Apesar de chuvas, reservatórios seguem em níveis baixos em SP | CNN Brasil

Apesar de chuvas, reservatórios seguem em níveis baixos em SP | CNN Brasil

Apesar das chuvas registradas nos últimos dias, os reservatórios que abastecem a Grande São Paulo seguem com níveis baixos e praticamente sem recuperação no volume útil armazenado, segundo dados mais recentes do sistema de monitoramento da Sabesp.

O Sistema Integrado Metropolitano (SIM), que reúne os principais reservatórios da região, opera com 26,2% do volume útil, sem variação em relação ao dia anterior. O volume armazenado é de 508,92 hm³.

Entre os principais sistemas, o Alto Tietê registra 20,1%, com leve alta de 0,2%, impulsionada por 19,6 mm de chuva no dia.

O Sistema Cantareira, um dos mais importantes para o abastecimento da capital, segue em situação crítica, com 20,1% do volume útil, apresentando queda de 0,1% em relação ao dia anterior.

Já o Sistema Cotia opera com 42,2%, com discreta elevação de 0,1%, enquanto a Guarapiranga apresenta 46,1%, mas com recuo de 0,3% no volume armazenado.

O Sistema Rio Claro chegou a 38,2%, com aumento de 0,2%, após registro de 1 mm de chuva no dia. O Rio Grande opera com 58,8%, em queda de 0,2%, e o Sistema São Lourenço mantém 46,7%, sem variação.

A rede de reservatórios da Grande São Paulo encerrou o mês com cerca de 26% do volume útil, o pior desempenho para dezembro desde 2015, ano marcado pela maior crise hídrica da história do estado.

Entre janeiro e março de 2026, com chuvas abaixo da média, o volume do SIM pode alcança 18%, faixa considerada de “Emergência”, segundo relatório do Instituto Água e Saneamento.

O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), disse à CNN Brasil que a população do estado deve economizar água diante do cenário de estiagem prolongada.

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